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Aumento de imposto proposto por Moisés terá efeito nocivo em Santa Catarina

Fonte Diário Do Iguaçu
Foto: Foto Camila Silveira

A agricultura e a agroindústria catarinense são a locomotiva da economia no Estado, gerando milhares de empregos diretos e indiretos e milhões de reais em exportações todos os anos. Ou seja, constitui uma longa cadeia produtiva geradora de riquezas e de ampla tributação à Santa Catarina.


A agricultura e a agroindústria catarinense são a locomotiva da economia no Estado, gerando milhares de empregos diretos e indiretos e milhões de reais em exportações todos os anos. Ou seja, constitui uma longa cadeia produtiva geradora de riquezas e de ampla tributação à Santa Catarina.

É preciso dizer que a justificativa do Governo do Estado de que a tributação dos defensivos agrícolas visa desestimular o consumo de agrotóxicos é uma tremenda muleta. A verdade é que o objetivo é arrecadar mais e, para isso, se resolveu taxar o setor que há décadas sustenta nossa economia.

Paraná e Rio Grande do Sul, por exemplo, possuem taxação bem menor. Nos estados vizinhos, o ICMS cobrado varia entre 3,8% e 4%, ou seja, em Santa Catarina o imposto será 13% mais caro se o governador seguir em frente. Como competir assim? Isso terá um efeito nocivo em nosso Estado.

Mantida a taxação, as lavouras de milho, soja, feijão e arroz, etc., se tornarão deficitárias, pois o custo aumentará 25%. E não haverá aumento da arrecadação de tributos porque, no mercado, circulam produtos de outros estados que têm situação tributária mais favorecida, como citado acima

Terá, sim, uma corrida em massa para a compra de insumos no Paraná e no Rio Grande do Sul. O Governo do Estado provocará inflação nos preços dos alimentos em Santa Catarina, inviabilizará cadeias produtivas, causará desemprego e provocará queda nas exportações catarinenses.



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