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Ao que tudo indica, ele seria um matador de aluguel', diz delegado

Suspeito de tentativa de homicídio contra mulher de 48 anos, na tarde da segunda-feira (3), estava com mandado de prisão em aberto por crime no Paraguay

Fonte Diário do Iguaçu
Foto: Foto: Nadia Michaltchuk/ Diário do Iguaçu

A Polícia Civil investiga a tentativa de homicídio de uma mulher de 48 anos, atingida por dois disparos de arma de fogo no início da tarde da segunda-feira (3) no centro de Chapecó. 

As investigações ainda estão em andamento, mas segundo o delegado Vagner Papini, da Divisão de Investigação  Criminal (DICFron), o suspeito teria mandado de prisão em aberto no Paraguai.

Ele é do Paraguai e possuía contra si um mandado de prisão em aberto também pelo crime de homicídio. Ao que tudo indica, ele seria um matador de aluguel", disse em entrevista à Rádio Chapecó na manhã desta terça-feira (4).

Após a prisão, minutos após o crime, ele foi apresentado na Central de Plantão Policial (CPP), onde foi preso em flagrante e depois conduzido ao Presídio Regional de Chapecó. Na tarde desta terça-feira (4), ele passará por audiência de custódia.

O delegado ainda explicou que no momento do flagrante, o suspeito apresentou um documento de identidade falso e se fez passar por outra pessoa. 


Somente após contato com as autoridades paraguaias e de São Paulo, foi possível descobrir o nome verdadeiro, o histórico policial e que ele está com mandado de prisão em aberto. O nome do preso é Derlis Ramon Gimenez Lesmo, de 30 anos.

Linha de investigação

Sobre as motivações para o crime, Papini disse ainda à Rádio Chapecó, não se tratou de uma tentativa de feminicídio. "É importante ressaltar que a qualificadora do homicídio pelo feminicídio só ocorre quando o crime é praticado em decorrência de violência doméstica e familiar ou em decorrência de menosprezo ou descriminação a condição de mulher. 

Evidentemente o que ocorreu ontem não se trata de feminicídio, a Polícia Civil não coaduna com esse entendimento", disse.

Outra possibilidade que se apresentou durante a segunda-feira (4), seria a de uma tentativa de latrocínio. Sobre isso, Papini enfatizou que qualquer informação agora seria bastante precipitada. "Uma investigação contra um crime contra a vida é sempre bastante complexa. Toda informação divulgada de forma precoce, tende a prejudicar as investigações", disse.


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