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Alunos de escola utilizam guarda-chuva dentro de sala de aula no RS

Correio do Povo

Alunos do 3º ano do Ensino Fundamental da Escola Estadual Tuiuti, em Gravataí, no Rio Grande do Sul, precisaram usar guarda-chuva na sala de aula para poder estudar nesta segunda-feira.

O motivo é a demora na recuperação dos prédios da escola.

A professora Caren Migliorance registrou o empenho de professores e turma para garantir a aquisição de conhecimentos, inclusive em sala improvisada, na biblioteca da instituição.

A diretora Geovana Affeldt revela que a espera pelas obras prejudica os 1.200 alunos dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico, em três turnos.

Em junho a escola chegou a ser ocupada por pais e estudantes que reclamavam dos graves problemas na estrutura dos prédios da instituição. No ano passado, conforme o Cpers/Sindicato, o forro de uma das salas de aula desabou. Desde então, os alunos passaram a estudar em locais improvisados, como a biblioteca, a sala de informática e o espaço multimídia. E, uma vez por semana, havia revezamento destes espaços, entre os estudantes.

A Secretaria Estadual da Educação (SEC) informou na época que haviam sido destinados R$ 155.911,30 para a realização dos reparos em quatro prédios da escola, explicando que o atraso no cronograma ocorreu devido a um aditivo no contrato que foi solicitado pela empresa responsável. Confirmou, ainda, que o valor de R$ 45 mil já havia sido liberado, e que o prazo total da reforma, do início até a entrega, era de até 90 dias.

O prazo, contudo, não foi cumprido. Um dos quatro prédios será entregue apenas na segunda quinzena de novembro. Os demais, de acordo com a direção da escola, estão ainda em processo de licitação.


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