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Maioria dos produtores que tiveram animais sacrificados já foram indenizados

A maioria dos produtores que tiveram animais sacrificados pela Cidasc já foram indenizados.

Rede Peperi

 A informação é do gestor de defesa agropecuária da Cidasc de São Miguel do Oeste, Ody Gonçalves.

Recentemente, o município de Guaraciaba foi palco de uma reunião para discutir o assunto. No encontro foi debatida a demora no pagamento dessas indenizações por parte do governo catarinense aos produtores que tiveram animais sacrificados na região.

Ody afirmou que nos últimos anos Santa Catarina demorou em média 150 dias para realizar o pagamento e foi dessa forma que o governo de Carlos Moisés trabalhou nesses primeiros seis meses de 2019.

De acordo com Ody Gonçalves, de julho para cá, a secretaria de Agricultura mudou essa tática e passou a efetuar os pagamentos de forma mensal. Conforme ele, dessa forma, quem teve animais abatidos antes de 28 de novembro já recebeu o valor por parte do governo estadual. Ele comentou que o atraso que existia há cerca de três meses já foi normalizado por parte da secretaria de Agricultura do estado.

Segundo o gestor de defesa agropecuária da Cidasc de São Miguel do Oeste, Ody Gonçalves, a empresa está trabalhando de forma intensa nas propriedades para identificar e solucionar os problemas da melhor maneira possível. Ele revelou que o volume de trabalho é intenso e falhas podem ocorrer, porém Ody garantiu que a grande maioria dos produtores já recebeu essa indenização por parte do governo estadual.

Ele explicou que o montante de indenização pago ao produtor é baseado no preço da vaca gorda. Ele destacou que o valor é menor do que o custo do próprio animal, mas serve como suporte para o produtor recuperar a atividade e normalizar as funções na propriedade. Ody salientou que o estado catarinense foi o primeiro do país a pagar indenizações aos produtores. O profissional revelou ainda que em caso de animais de raças registrados em associações os valores pagos são 50% maiores que nos demais casos.

Outra informação é que a regional da Cidasc de São Miguel do Oeste composta por 22 municípios possui 22 mil propriedades e, dessas, 90 estão com focos de brucelose ou tuberculose. O dado está nos relatórios da Cidasc e foi divulgado pelo gestor de defesa agropecuária, Ody Gonçalves. Ele disse que o número preocupa visto o baixo efetivo da empresa na região.

Ele ressaltou que, apesar dessa preocupação, no geral, o índice de casos de doenças é muito baixo, sendo inferior a 1% em todo o estado de Santa Catarina.


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